Novo velho vicio
Sempre tive um vicio. Tinha fases que ele era mais intenso, quase maligno. Pessoas reclamavam. Mas no fundo no fundo ele sempre foi bom. Ano passado, quando cheguei aqui, ele se aquietou. Ou tomou outras formas. Com tanto estudo, nao tinha tanto tempo pra ele. Talvez tambem nao tivesse disposicao. Soh para a Internet que, literalmente, pode ser a mesma coisa, afinal, se LE muito na internet. Descubri novos textos, novos estilos, como o alcoolatra que descobre novas garrafas. Ou seriam novas bebidas? Me embriaguei todos os dias, lendo. Mas nao era a mesma coisa. Ah, nao era.
No Brasil, os livros me conquistaram de novo, de vez. Fiquei com eles debaixo do braco e debaixo dos olhos durantes aquelas tres semanas, dividindo a atencao com outras saudades. Ainda ontem comprei cinco, fora os tres que ganhei de natal. No mometo, leio o Premio Nobel de Literatura "The Piano Teacher", da austriaca Elfriede Jelinek. Eh daqueles a serem degustados a cada frase.
Mas nao me esqueci dos tragos virtuais. Entre os que mais gosto, alem dos blogs, sao as colunas. eis mais uma da Tati Bernardi.
No Brasil, os livros me conquistaram de novo, de vez. Fiquei com eles debaixo do braco e debaixo dos olhos durantes aquelas tres semanas, dividindo a atencao com outras saudades. Ainda ontem comprei cinco, fora os tres que ganhei de natal. No mometo, leio o Premio Nobel de Literatura "The Piano Teacher", da austriaca Elfriede Jelinek. Eh daqueles a serem degustados a cada frase.
Mas nao me esqueci dos tragos virtuais. Entre os que mais gosto, alem dos blogs, sao as colunas. eis mais uma da Tati Bernardi.


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